Após quase 3 meses de procura e experimentação, conheço um pouco mais o método do Bruce Lee. Aqui, coloco meus alunos como se fossem os adversários de artes marciais dele. Primeiro, ele precisou encontrar o ponto fraco do seu adversário; eu preciso, continuamente, achar as necessidade dos meus alunos. E isso é uma pura adventura! Alguns querem só falar; outros, ler mais; e, ainda outros, querem se comunicar com seus clientes mesmo no nível básico. Umas pessoas têm bastante tempo para dedicarem-se nos estudos, mas outros já não tem tempo para nada; a aula em turma e particular são bem diferentes. E não somente isso. O mesmo aluno ou a mesma turma pode mudar a sua necessidade com o tempo. Um mesmo livro precisa de, até, 5 ou 6 maneiras para dar aula, dependendo para quem você está fazendo. O professor tem que ser muito sensível em perceber a mudança da necessidade dos alunos. Por isso coloquei o título de hoje: uma adventura sem fim! Segundo, Bruce Lee conhecia muito bem o seu ponto forte. O professor tem que saber os métodos para cada necessidade. Se usar uma só formula para qualquer aula, o desastre logo vem. Bruce Lee disse que se substitue os estilos pelo “sem estilo”. Isso não quer dizer que ele não sabia nenhum movimento de artes marciais; muito pelo contrário, ele os conhecia muito bem! O mais importante é que ele sabia em que momentos precisaria de quais tipos de movimento! Isso faz toda diferença. Resumindo, vou usar o provérbio do Sun Tzu que todos conhecem: conheça a teu adversário e a ti mesmo; assim, dificilmente serás derrotado!

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